quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

Remissao dos sintomas

 Sobre a minha remissão dos sintomas

prostatite sem sair nos exames não é prostatite, é dor pélvica


Desde o fim do lockdown eu comecei a ter melhoras graduais por ter começado a fazer exercícios com equipamentos e pesos mais fortes em academia.

Foi um processo gradual, semana após semana fui notando melhoras, as vezes acontecia de ter algum regresso, isso é normal, faz parte.

Mas realmente redimir totalmente dos sintomas parecia impossível, ficava 1, 2 meses sem sintomas, mas sempre alguma coisa voltava, ao menos por alguns dias.
E eu sentia que tava o tempo todo numa situação instável, era sem sintomas, mas era o tempo todo o corpo avisando de algum modo que era só questão de tempo que a coisa voltaria.

A necessidade de fazer liberação miofascial principalmente do psoas era quase que diária para me manter 100% sem nada.

Cheguei a ficar 100% por meio ano, foi fazendo Pilates + Musculação.
Aí sim, fiquei tranquilo e seguro, era óbvio que se eu continuasse no Pilates não iria ter mais nada, nunca mais. Enquanto fizesse o Pilates, claro né.

Mas parei com o Pilates, fiquei só na Musculação + Mobilidade + Liberação Miofascial.

Pensava em comprar molas de Pilates, mas nesse meio tempo, tive a ideia de pegar uns elásticos aqui.

Desde o 1o dia senti que os elásticos estavam trabalhando como nunca nos meus flexores de quadril.

Os sintomas se foram, ou melhor, aquela sensação de instabilidade, tensão, pressão, aperto, sei lá, rigidez, o que importa, é que foi tudo, zerado.

Voltam? Acho que sim, basta parar de fazer os exercícios.

Mas me considero 100%
Sem nada sobre essa condição.



quinta-feira, 6 de junho de 2024

Liberando a dor no períneo ao sentar

Decidi um dia andar numa bicicleta daquelas com o selim bem fino, me inclinei para a frente o que parece piorar mais ainda, senti que esfregava a virilha e apertava bastante o períneo, mesmo assim andei bastante nela, no outro dia meu períneo doía bastante.

Exercitei os alongamentos que esticam a região do períneo, ajuda, mas não resolveu 100%.

Eu não conseguia pensar em outra coisa: NERVO PUDENDO.

Foram vários dias com dor.

Mas se fosse nervo, não iria parar de doer no outro dia conforme abaixo.

Aparentemente o tecido conjuntivo acumulou no períneo no esfregar do selim.

Peguei uma espátula e comecei a esfregá-la como se estivesse espalhando o tecido, e deu muito certo, a dor simplesmente foi embora, no mesmo dia.

Eu tava com uma canelite absurda. Foi raspar tudo ali que sumiu.


Isso não substitui o DCT, não é uma alternativa, não elimina a necessidade de se alongar.
Acredito que seja algo complementar, o DCT faz o grosso, isso só elimina algumas arestas.
Isso não elimina a necessidade de se alongar em circunstância alguma, os alongamentos na minha visão são a base, só raspar, só liberar o abdômen, não adianta de NADA, NADA.




A raspagem vai perdendo o efeito com o tempo, aparentemente ela serve para espalhar o tecido quando ele está acumulado na região, ou quando por algum motivo está havendo pouco fluxo sanguíneo, além do mais, a raspagem com o tempo começa a machucar, então não exagere.




Usei um cartão de banco algumas vezes, mas a tampa dos vídeos funciona melhor.

Tinha algo acumulado nos ossinhos que a gente senta, abaixo dos glúteos, para eliminar ali, fiz de pé, raspando de dentro, do ossinho para fora, para os lados, conforme a imagem abaixo.









Ciclo retro-alimentado.

Uma teoria sobre esse problema é que o tecido conjuntivo da região inferior do abdômen é menos maleável e se retrai no nosso corpo, com isso a musculatura e fáscia da região ficam rígidos e acumulados.

Com isso esse tecido acaba puxando o ilio-psoas, e ficamos com a musculatura profunda que passa na virilha encurtada e dura, isso vai trazer todo um desequilíbrio para o nosso assoalho pélvico.

Pode ser o oposto também, o ilio-psoas e músculos ao redor no nosso organismo encurtam mais que o normal pelo fato de ficarmos muito tempo sentados, e isso os faz puxar o tecido conjuntivo externo puxando até todo o tecido do assoalho pélvico.

E pode por fim, ser ambas as coisas, um retro-alimenta o outro e vira uma bola de neve.


Utilize um bastão, conforme eu usei no vídeo acima, e vá pressionando toda a parede do abdômen, na região que risquei de azul claro na figura, aperte com força, e você irá encontrar pontos doloridos, bem profundos, locais ardidos, com algum tecido que você irá notar que está duro, vá pressionando que ficará mole e solto novamente e não irá mais arder, você liberou a região, isso é científico provado, chama-se liberação-miofascial.

No meu abdômen eram muitos os pontos doloridos, removi todos, mas são muitos, precisa ficar procurando.
Puxe a barriga para dentro também, pois isso ajuda em alguns casos, fica mais fácil apertar alguns pontos doloridos.

O círculo verde que fiz na imagem são os músculos afetados, principalmente o ilio-psoas, tente acertar ele também.


















É um bastão de madeira, mas o melhor seria a ponta ser arredondada


Para raspar uso uma tampa de alumínio, ela é macia e maleável, coisa dura machuca





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sexta-feira, 1 de maio de 2020

Diagnóstico de infecção


Diagnóstico de infecção:


Leia sobre os mitos da infecção:
   prostatite e os mitos da infeccao


Urina com cheiro podre ou verde igual um suco?
Urina com sangue?
Sentiu febre?
Teve corrimento pelo pênis?
Diarréia?
Calafrios?

Se não teve nenhum desses sintomas de maneira bem clara,
Então dificilmente você está com uma infecção, se possível procure primeiro fazer os exames.
Evite tomar antibióticos se não estiver com alguns daqueles sintomas e sim apenas dores, na dúvida vá para o médico e tome o remédio e depois faça os exames.
Faça exame de hemoculturas, espermograma, PCR, se não der nada, então comece a descartar a possibilidade de bactérias.
Para uma noção melhor de quais exames fazer, acesse: o manual

O problema de tomar antibióticos, é que eles irão mascarar os exames, e não vai adiantar muita coisa fazê-los caso esteja se medicando, é necessário esperar entre duas semanas e um mês após o término do tratamento para que o exame realmente possa dar resultados confiáveis.
O antibiótico pode irritar teu nervo (leia a bula), e para tomar antibióticos o ideal é suplementar, (probióticos, chucrute, kefir, vitamina D), pois, sua flora intestinal é destruída e consequentemente você pode desenvolver outras patologias, acesse: o manual
Alguns antibióticos são anestésicos e portanto, você vai sentir melhoras enquanto estiver tomando, e após parar com a medicação, seus sintomas vão voltar, mas isso não quer dizer que o antibiótico possa ter matado alguma bactéria, talvez ele tenha apenas tirado a dor.

Se você está tendo reinfecções, pode ser a musculatura que fecha a uretra que não esteja perfeita, e há a chance de algumas gotas de urina voltarem vindo da ponta do pênis ou da vagina, e elas carregarem um pouco de bactérias.
Precisa trabalhar a musculatura do assoalho pélvico.


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quinta-feira, 9 de abril de 2020

O que a bexiga tem a ver com a prostatite

O que a bexiga tem a ver com a prostatite

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A bexiga possui músculos para contrair suas paredes e assim, a urina será expelida, o canal para fluir a urina chamado uretra, abre quando seu cérebro informa que você está urinando, ele se alarga ao iniciar a micção e se fecha ao terminar.

Existem os sensores que são nervos, se eles não funcionarem perfeitamente, eles podem informar que você precisa urinar, sendo que ainda está bem vazia.

As mulheres possuem os mesmos sintomas e problemas com a bexiga, e lembre-se, elas não possuem próstata.


Se você está com dores na uretra, na ponta do pênis, ao urinar, se você urina de hora em hora, se levanta de madrugada para urinar, tudo isso é mau funcionamento da bexiga, dos sensores dela e problema na musculatura que envolve a uretra, conforme no vídeo abaixo, ela abre e fecha, se não estiver funcionando bem pode arder, doer o pênis, ficar gotejando no final, e mais uma vez, isso pode não ter nada a ver com infecção e nem com próstata.

Talvez você pegou uma infecção, e provavelmente o motivo principal é que teu sistema urinário está fraco, não está funcionando bem, então propiciou a ocasião para a infecção prosperar.

Há pessoas que tem reinfecções, de tempos em tempos estão com infecção urinária, isso pode ser por conta dos músculos que fecham o canal da uretra não estarem funcionando perfeitamente, e assim, mesmo que uma ínfima quantidade de urina que estava na ponta do pênis, ou da vagina, volta carregando bactérias exteriores pelo canal o que causa a infecção, precisa trabalhar a musculatura para ela voltar a funcionar perfeitamente.














sexta-feira, 7 de fevereiro de 2020

Neuralgia do Pudendo - o mito


Dor no pé? (é bem comum em nós)
Dores na lombar? (mais comum ainda)
Cansaço nas pernas? (ocorre com frequencia)
Concorda que isso dificilmente terá ligação com nervo pudendo?
Iniciou num processo de estresse muito forte? (90% inicia assim)
Ou fez uma cirurgia na região ou próxima da região há algum tempo?
Então é bem provável que tenha problema estrutural (Dor Pélvica)
A cirurgia desestabilizou a região. Ou o acidente.
Levou um tombo muito forte de cóccix ou de nádegas na infância que te marcou? Então você só é mais um.


O mito está em achar que há uma lesão no nervo, que o nervo está danificado, que a situação é irreversível, que só da para melhorar com cirurgias, com intervenção, pode não ser o caso.
Também achar que é o nervo pudendo a causa raiz, pode não ser.
Faça os exames para avaliar nervos inflamados na região, e provavelmente receberá o mesmo diagnóstico que muitos, ciático, piriforme, entre outros tudo inflamado, não é só o nervo pudendo, é a região que está tensa.


Neuralgia do pudendo quando não óbvio e patente nos exames, geralmente é leve e não a origem do problema, do mesmo modo que a prostatite, e o mesmo que a Vulvodinia para as mulheres
Você só tem isso se sair nos exames (
e provavelmente se você está lendo essa página, é por que não saiu)
Neuralgia do pudendo quando realmente danifica o nervo vai alterar as funções de micção, ereção, e de defecar, terá sensação de choque, cãibras, dormência.




As origens do problema quando não identificado devem ser:
- Desequilíbrio muscular
- Sinais que o cérebro envia de maneira errada para a fascia

- Algum fator que ocasionou muito estresse físico + o fato de ficar sentado demais
- Tombo na infância que desencadeou algum desequilíbrio que só agora explodiu
-  Uma pré-condição que temos, que ao passar por muito estresse mental acaba que o cérebro envia sinais errados para os nervos, ou para a musculatura ou para a fascia
- Infecções recorrentes, ou uma infecção não tratada por longos meses


Todos esses itens podem acabar sendo resumidos em duas coisas: o músculo PSOAS encurtado, e fáscia com pouca maleabilidade.



Reversível?
Sim



Geralmente você também terá que tomar um ansiolítico:

O que demonstrou ser melhor é o Velija
Mas há outros baseados na Duloxetina
Tem também o Lyrica que muitos dizem ser excelente
Tem também o pregabalina, amitriptilina entre outros que são opções
Servem para reduzir a dor no nervo

Não use o ansiolítico como uma muleta, eles são um tipo de analgésico, o ideal é tratar a causa e não apenas o sintoma.  


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Passos para identificar a prostatite

Em resumo:

1 Você pode estar com uma infecção, faça os exames


  • Painel ampliado de DST
  • Hemograma (verificar taxa de leucócitos/células brancas para possível infecção)
  • Sorologia (pesquisar se há algum vírus HIV, HPV, herpes, ou bactérias como gonorreia, sífilis, etc.) 
  • PSA da próstata (qualquer coisinha mínima que houver na tua próstata, altera o psa)
  • Cultura da urina, tipo 1, 2 e 3 (jato inicial, médio, final, todos com antibiograma) 
  • Espermograma/Espermocultura com PCR
  • Cultura de Coleta de Secreção Prostática
  • Teste de Stamey e Mears


2 Você pode estar com a próstata inflamada, faça os exames (psa, ultrassom transretal)

3 Você pode estar com os nervos inflamados, então passe num neurologista, talvez tomar um ansiolítico, o mais promissor parece ser o velija (normalmente 30mg a 60mg)

Existem exames para nervos, tem a eletroneuromiografia que tem demonstrado poucos resultados, mas tem também tractografia e a neurografia que parecem funcionar muito melhor
(não adianta muita coisa saber que o nervo está inflamado, o tratamento é o mesmo, tome um ansiolítico)

4 Você pode ter pegado uma bactéria, tomou o antibiótico, matou a bactéria, e agora ficaram seqüelas, terá que tratar 
O tratamento é ansiolítico, e alongamentos

5 Você tem infecções recorrentes, pode ser a musculatura da uretra que não fecha perfeitamente e assim umas gotas de urina voltam carregando bactérias, precisa tratar a musculatura do assoalho pélvico com exercícios.

6 Exames para apontar se você tem tensão no assoalho pélvico é a Termografia Humana, e a Tractografia, são exames de mapa de calor.


Para saber se você tem prostatite não é difícil, basta fazer alguns dos exames abaixo, em negrito estão os que são ótimos e baratos, com esses se eles não derem nada, já pode descartar, se houver alguma alteração em algum deles, então faço um dos de vermelho para descartar qualquer dúvida, e se você quer fazer todo tipo de exame, tem mais os outros dois:
. Psa
. Ressonância
. Tomografia
. Ultrassom transretal
. Espermograma
. Densiometria
. Escreção prostática

Qualquer problema na próstata já vai tirar o Psa do nível normal.
Isso não quer dizer que você tenha infecção ou prostatite.
O Psa pode estar alterado por que a tua próstata ficou irritada com toda a inflamação ou tensão na região


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Prostatite - os mitos da infecção

O Mito das dores vindas da Infecção



Se nos exames volta e meia sai bactérias, então você tem reinfecções, provavelmente por conta da musculatura da uretra que não fecha perfeitamente e volta algumas gotas de urina carregando bactérias externas, precisa trabalhar a musculatura do assoalho pélvico com exercícios adequados. Se é teu caso, o restante o texto pode não servir em nada para teu caso.

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Mas você pode dizer...
Eu acho que devo ter uma infecção na próstata...
A próstata gera o sêmem.
Em último caso pode procurar um laboratório de fertilização in Vitro.
Eles compram sêmem, e possuem exames que pegam qualquer anormalidade no teu sêmem, esses exames são caros, mas para tirar qualquer dúvida pode valer a pena fazê-los.

Tem também a biópsia da próstata, mas é arriscado.


Uma boa parte das pessoas dizem:
Eu devo ter tido uma infecção
Fiz sexo desprotegido
Essas dores vieram do nada e parece com infecção
Fui diagnosticado com prostatite
Há a hipótese de Hiperplasia Prostática
Você pode ter tido infecção, tratou, o que você tem agora são sequelas do que as bactérias lhe causaram no organismo.
O corpo demora um período para se recuperar dos danos das bactérias.
Se você fez exames e não saiu nada, teu problema provavelmente é outro.

Para a hiperplasia, faça o psa, a densiometria, e (Ressonância ou Tomografia)

Todo dia tem gente fazendo sexo de risco desprotegido.
Todo dia tem gente pegando Clamídia, Gonorréia, E.Coli entre outras tantas infecções, e sabe o que acontece? Nada. Elas tomam o antibiótico, e resolveu o problema, isso acontece com milhares de pessoas frequentemente.

Caso tenha também dor nas nádegas, dor nos pés, dor nas costelas, isso é problema estrutural, a bactéria foi só a faísca, foi só o gatilho de um problema muito maior. 

O mesmo se aplica para a uretrite, que é a inflamação da uretra, ela pode estar inflamada por causa de pressão muscular, por que o tecido que recobre a musculatura saiu do lugar e está puxando a uretra, ou foi uma infecção, mas agora tem que tratar a uretrite, o mesmo para a epididimite que é a inflamação do epididimio.

Você vai dizer:
Mas espere, e as dores? Claro que ainda tenho infecção, ou prostatite!!!
As dores não são de infecção, são dores musculares ou de nervo irritado ou de inflamação, uretrite, epididimite, entre outras inflamações que tomaram teu assoalho pélvico.


Outra questão comum:
Mas meu esperma saiu por um tempo amarelo e bem concentrado
Isso não pode não ser corrimento e nem sinal de infecção.
Quando a próstata está irritada, talvez por conta do aperto da musculatura, desregula as funções dela, assim, o esperma pode sair diferente, também pode acontecer do PSA ficar um pouco desregulado.


Outro problemão na vida de quem passa por isso
Você pode me dizer:
Eu tive infecção - ou 
Tive uma dst - ou
Saiu corrimento - ou
Tive febre - ou 
Saia sangue na urina - ou 
Saiu sangue no esperma
Faça os exames, tome os antibióticos, e faça os exames novamente.
Você pode estar tendo reinfecção por problema muscular, o fechamento da uretra não está bom e gotícula de urina volta levando bactérias do exterior.
Pode ser aperto na região pélvica que acaba por inflamar a uretra, bexiga, etc.

Mais uma questão famosa:
Mas eu tomei antibióticos e a próstata melhorou

Antibióticos muitas vezes são antiinflamatórios também
"lembre-se, foram músculos ou nervos que desinflamaram e talvez não a próstata"
Uma infecção pode afetar a próstata inflamando-a e ela fica inchada por conta das bactérias, mas o antiinflamatório vai desinflamar.

Antibióticos foram feitos para matar bactérias, apenas para isso.
Se quer desinflamar algo, tome antiinflamatório.



Há o mito de que a bactéria foi para a próstata e que é difícil o antibiótico atingir aquela região, Não há embasamento científico e nem evidência.
Na dúvida e em último caso faça a biópsia da próstata, porém é um exame de risco.




Infecção causa febre na grandiosa maioria dos casos
Causa urina verde muitas vezes
Urina fedida de pobre
Altera as fezes
Diarréia

Vômito
Corrimento


Não existe infecção silenciosa, que só lhe cause dores, ela vai se manifestar com os sintomas, infecção é uma colônia, é algo que impregina nas paredes de um tecido, mudando a coloração, criando uma crosta.

A colônia de bactérias não vai estar atacando teu organismo, destruindo ele, e você vai estar só sentindo dores.


Alguns dos exames são o pcr, cultura de urina, espermograma, e exame de sangue
Você pode passar num posto de atendimento da prefeitura
Onde se faz exames de DSTs de graça


quinta-feira, 6 de fevereiro de 2020

Para Identificar a Prostatite

Como proceder para identificar infecção e prostatite


Para infecção

Faça o PCR para clamídia
Ureaplasma
Tricomoníase
Myclopasma
Espermocultura (Espermograma com cultura)
Exame de Uretrite, Epididimite
Exame de sangue
Exame de urina
Proteina C reativa
Hemograma Completo
Ultrassom das vias urinárias

Uretrite e Epididimite não sai em exame sangue

No exame quando há Nitrito Negativo praticamente se descarta a E. Coli



Urina 1o jato
Urina 2o jato

Filamento de muco na urina pode indicar infecção urinária

Proteína C reativa um pouco acima pode demonstrar processo inflamatório


Teve relação de risco sem camisinha?
A esposa tem clamídia?



Para prostatite

Psa
Ressonância magnética
Tomografia
Ultrassom transrretal
Espermograma
Densiometria


Em último caso:
Biópsia da prostata



Exames que normalmente não vão acusar nada

Urografia excretora
Uretrocistografia

terça-feira, 7 de janeiro de 2020

desmistificando a prostatite

Desmistificando a Prostatite


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 Leia também:
passos para identificar prostatite

neuralgia do pudendo o mito

prostatite os mitos da infeccao




Caso de cura da Prostatite:
No fim do relato dele há os contatos caso queira tirar dúvidas.

historia de sucesso no tratamento da prostatite



Meu relato e caso queira entrar em contato:
meu relato






Mulher não tem próstata

Mulheres sofrem como nós, com os mesmos sintomas, não faz sentido a próstata estar lhe causando as dores.



Próstata não dói 

Ela pode ter câncer, e será sem sintomas
Por isso que câncer de próstata é silencioso, quando a pessoa descobre, ele já causou muito estrago
A dor é na musculatura ou nervo da região
Um coração com inflamação não dói, um fígado com cirrose não tem sintomas, um rim doente não tem sintomas, um pulmão de fumante não dói










Você pode dizer:
O médico fez uma massagem prostática e melhoraram meus sintomas...
Sim, mas essa massagem pega bastante os músculos do períneo.
Ou seja, ele massageou toda a tua musculatura que estava doendo bastante



Para saber o que há em você, a única maneira confiável é com exames


Se os exames não provaram NADA, sua indagação provavelmente será: 
Preciso fazer um exame que aponte meu problema
Não existe exame para alguns problemas na atualidade, quem sabe nas próximas décadas




Próstata bem inflamada vai obstruir teu canal da urina
Esse é um dos sintomas, ou seja, vai fazer a urina sair de pouco, chuveirinho
Você pode dizer:
Mas as vezes minha urina sai fraca
Se é as vezes, então é musculatura, pois, se fosse a próstata inchada, sairia fraca sempre




Você ainda vai dizer:
Mas ao ejacular dói
Ao terminar de urinar arde
Urino a cada 1 hora
A urina trava
Fica gotejando depois que urino
Dói ao defecar
Estou com prisão de ventre
As fezes sai todo fitadinho, sai todo picotado, sai espremido
Parece que a urina não sai toda, parece que sobrou um pouco
Isso tudo faz parte, são sintomas do assoalho pélvico desequilibrado
Como a bexiga funciona?
Há uma musculatura que aperta ela para que a urina saia, e se essa musculatura não estiver 100% boa?

O músculo que abre o canal da urina e depois fecha se estiver inflamado vai doer muito
O músculo que abre e fecha o canal das fezes, se ele estiver muito tenso, se ele estiver deseregulado, ele não vai abrir da melhor maneira.

Se o sensor da bexiga estiver desregulado, ele não vai informar que ela já ficou vazia ao terminar de urinar, ou vai dizer que ela esvaziou quando não fez, vai dizer ao teu cérebro que a bexiga está cheia, sendo que ela não encheu de tudo, similar ao marcador de gasolina do carro quando falha.

Isso geralmente não tem nada a ver com a próstata e nem boa parte dos sintomas com o nervo pudendo.









Por que a urina sai fraca
Por que arde ao urinar ou ao ejacular

A urina pode sair com dificuldade por que a musculatura que trabalha para fazer sair a urina está inflamada, essa musculatura não está trabalhando direito







A dor não é na próstata



Arranque a próstata, como há casos, e vai descobrir que as dores continuam

Os nervos próximos da próstata são dois nervos para função de ereção, quando o câncer avança, pode pegar os nervos e afetar a ereção, o câncer costuma avançar sem causar dores















Dor no pé?
Dores na lombar?
Iniciou num processo de estresse muito forte?
Ou fez uma cirurgia na região ou próxima da região há algum tempo?
Então é bem provável que tenha problema estrutural (Dor Pélvica)







domingo, 10 de novembro de 2019

Meu Relato




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Durante o período de 15 anos diversas crises de prostatite.
Muito medicamento, muitos exames e nada encontrado, Urologistas, Urologistas, Urologistas, Psiquiatras, antibióticos, antibióticos, e anbitióticos. 
Depois com o tempo fui percebendo que talvez seria algum desalinhamento do corpo, pois em mim, eram principalmente dores e problemas miccionais, então Pilates, Yoga, Massoterapeuta, Quiroprata, Ortopedistas, Acupuntura, RPG, ... etc, etc, etc, Ressoâncias, Tomografias, Ultrassom, exames de sangue, urina, esperma... etc, etc.

Praticar principalmente musculação com alongamentos me fazia controlar bem o problema, mas não resolvia em 100%

Nunca encontrei um diagnóstico, e nem tratamento, e as dores surgiam se eu ficasse sedentário e principalmente em época de muito estresse.

Fui um participante ativo do antigo blog dos "horrores" mais conhecido como, "prostatite não sou o único", se você não o conhece, sorte sua, lá com certeza você vai entrar em depressão, na época desse blog, não havia diagnóstico, tratamento, nada.
Tenho até um post só meu que o antigo dono do blog adiciou com meus relatos em 2009 numa crise que passei de "prostatite"
Esse blog antigo hoje está no ar, mas inativo.

Nessa última crise em 2018 de "prostatite", graças a Deus, encontrei diagnóstico, e um tratamento ao menos direcionado.

Sempre vivi minha vida normalmente, como qualquer um, sem problema algum, só com essas crises esporádicas, mas em 
janeiro de 2018 vim a ter essa última crise de "prostatite", essa foi a mais severa.

Tive problemas urinários, problemas de prisão de ventre, de disfunção ao defecar, falta de líbido, dores nas pernas, canelite, dores na virilha, no saco, no períneo, dor de ficar sentado, no cóccix, algumas vezes dores ao ficar de pé, dor no pênis a ponto de ficar pegando fogo, dores abdominais, dores lombares, queimação ao urinar, ao defecar, dor no calcanhar, dores nos joelhos, crise no ciático em que cheguei a perder a sensibilidade da perna, o pior era a dor no períneo, e depois uma dor na virilha esquerda e dores no saco escrotal.  


O diagnóstico foi "Dor Pélvica Crônica", nada de próstata, nada de bactérias, nada de nervo, nada de bexiga ou intestino, o que eu tinha era problema muscular, sim, após 15 anos procurando ajuda médica encontrei um diagnóstico.


Iniciei meu tratamento (fisioterapia pélvica), que foi um sucesso, o problema é que por 5 meses, eu ficava bom, e recaía, depois mais 5 meses, um ciclo sem fim.
Não recomendo fisioterapia pélvica, você fica refém, melhora um pouco, e depois piora, fica uns 80% recuperado, e tem recaídas, não é a solução, e você vai lá e melhora, então pensa... uauuu!!! agora vai... e esse "agora vai", não chega nunca, não digo só de mim, conheço muita gente que viveu isso, e tem outros que vivem isso.
Foi 1 ano de fisioterapia pélvica, muito dinheiro (muito mesmo), e no fim, nada de progresso, tive uma recaída violenta.
A fisioterapia pélvica só trata os músculos do assoalho, e você precisa tratar os músculos do quadril, 
costas e abdômen, a fisioterapia tem sua utilidade, para patologias urinárias, mas não é nosso caso.
Nosso caso é um conjunto de músculos, principalmente o PSOAS ou melhor ILIOPSOAS que está encurtado, esse é o ponto chave do nosso problema, e alongar esse músculo não é fácil.


Hoje imagino que se eu tivesse ficado bom por alguns meses ou anos com a Fisiterapia, as dores iriam voltar mais cedo ou mais tarde, por que a Fisioterapia apenas trata os músculos do assoalho pélvico, e o problema é mais amplo, atinge as coxas, a panturrilha, o abdômen, a lombar, é como um efeito dominó, se você trata o assoalho pélvico, você fica bom, mas as outras musculaturas estando desestabilizadas, como um efeito cascata, desequilibram o assoalho pélvico novamente.
Os outros músculos ficam desequilibrados principalmente por conta do bendito PSOAS, ele é um dos maiores músculos do corpo, e possui função central.

Ficando bom sem tratar a musculatura, tem o seguinte problema: 
Basta uma crise de Estresse, e pronto ...  lá vem a crise de dores.  
Sim, o Estresse parece ser o catalizador, o gatilho para desencadear todo um problema, mas não pense que o Estresse seja a causa raiz.


Fiquei mais de 1 ano sem conseguir almoçar e nem jantar sentado, não conseguia entrar num carro, nada que fizesse sentado, se eu fosse sentar uns 10 minutos tinha que ser com almofada, e mesmo assim, era uma tortura.
Obs: Não use almofadas, elas pioram a fáscia, e dificulta mais ainda o tratamento.
Foi mais de 1 ano com inflamações no pudendo, no ciático, com o períneo pegando fogo, tomava todo tipo de "Saw Palmeo", "Tribulus Terrestris", "Chá de Losna", "Chá de folhas de pitanga", "Analgésicos", "Banhos de Assento", "Óleo de Copaíba", e mais uma centena de chás, ervas, remédios, suplementos, pomadas, etc, etc, melhorava, então eu pensava... ufaaaa, agora vai, é essa lâmpada vermelha de fisioterapia que vai resolver (gastei R$100 a toa), melhorava, depois piorava, mudava para o "Banho de Assento", e vinha aquele alívio, passava as vezes uma semana bem, então eu pensava.... parece que agora foi, fiquei bem..... que nada....



Então decidi partir para uma nova tentativa, o DCT.
Com o DCT você vai perceber o quanto tua musculatura está contraída, o quanto está tensa, vai notar o quanto alguns dos exercícios mudam tua estrutura e o quanto alguns dos sintomas serão aos poucos eliminados, questão de 2, 3 semanas você vai notar diferença.
O DCT faz um trabalho global.
É um tratamento gradual, já no 1o mês você vai notar uma melhora, no 2o mês provavelmente já vai notar uma boa melhora.

O problema é global, precisa alongar e fortalecer a parte de trás da coxa, precisa fortalecer a lombar e alongar e fortalecer o abdômen.
Os alongamentos convencionais costumam não resolver, os alongamentos do DCT são diferentes, é uma técnica que se usa de movimentos excêntricos e alongamentos resistivos.

O nosso problema na verdade é miofascial, e tensão e encurtamento muscular, temos músculos tensos e encurtados e musculos estendidos e fracos.
Possuímos trigger points (são nós nos músculos e tensões na fáscia) esses nós prendem o músculo numa situação, ou estendido, ou encurtado, você precisa eliminar esses nós, e treinar o músculo a trabalhar normalmente novamente, e você vai precisar também soltar a fáscia com alongamento resistivo ou com liberação miofascial adequada.


Um exame para diagnosticar problema miofascial é a "Termografia Humana".


Hoje Janeiro de 2021, estou sem dores, sem inflamações, não tenho mais recaídas. 
Após 3 anos sem conseguir andar de carro, sem conseguir ter uma vida social normal, consigo fazer tudo sem dores, sem sensação de aperto, e sem nenhum incômodo.


Não deixe de entrar num grupo do Whatsapp para trocar informações.
Veja o Relato do Filipe, ele sarou, caso queira entrar em contato com ele também:

sábado, 20 de abril de 2019

Freedom From Pelvic Pain


Freedom From Pelvic Pain

É uma técnica de exercícios para correção da malha de fascia que envolve os nossos músculos.
A técnica consiste em movimentos resistivos, engloba alongamentos dinâmicos e fortalecimento. Nessa técnica é necessário empregar uma força enquanto o músculo volta da contração, que seria o movimento excêntrico do músculo.
O segredo dessa técnica está na intensidade, amplitude e nos movimentos que puxam a fascia, alongam, assim removendo falhas, o que resulta em correção do tescido da fascia.
Podemos encontrar tratamentos para fascia na fisioterapia pélvica, porém, os problemas tendem a voltar, também isso ocorre com as técnicas de Rolfing, o que acontece é que muitos de nós precisamos manter esses exercícios por um longo período para que a musculatura e o tecido conjuntivo se restabeleça.
O que ocorre é que você aprenderá a se exercitar todos os dias, aprenderá as melhores técnias em você mesmo, vai adquirir uma boa noção corporal, e com o tempo o corpo vai se readaptando, a fascia vai voltando ao normal.

Essa técnica foi desenvolvida para tratar problemas de quem passou muitas horas sentado por muitos anos, e por algum fator genético favoreceu esse problema, ou que por algum acidente tornou a fascia suscetível a esse problema, assim desenvolvendo problemas urinários, de dores no assoalho pélvico, principalmente influenciados pela fascia.


Grupo no whatsapp para discutir nosso problema: https://chat.whatsapp.com/CGYdAs4n9KqKJMH5k2cxzZ

Temos também o grupo no Facebook, é privado, precisa solicitar a entrada:  

quarta-feira, 17 de abril de 2019

História de Sucesso no tratamento da Dor Pélvica Cronica, Prostatite, Neuralgia do pudendo e Síndrome do Intestino Irritável.

Olá, Meu nome é Filipe, sou brasileiro, de Salvador, na Bahia. Essa é a primeira vez que escrevo a minha história com essa doença. Não vai ser algo fácil pra mim, mas espero que possa ajudar outras pessoas. O grande problema dessa condição é o quão é sub diagnosticada, ou seja, existem vários diagnósticos e isso acaba fazendo com que os sintomas se agravem, consequentemente destruindo a qualidade de vida do indivíduo.
Bom, minha história começa em maio de 2016, exatamente no dia 18 de maio, lembro bem desta data, pois foi algo extremamente marcante na minha vida. Nesse fatídico dia, eu me encontrei com minha namorada na época, eu tinha uma prova na pós-graduação e depois iríamos nos encontrar. Lembro-me de estar bem ansioso no dia, pois era uma prova um pouco complicada e eu sentia muita pressão nessa época por estar desempregado. Depois da prova, encontrei minha namorada e fomos para a casa de um primo meu, para termos relações sexuais. Bom, na época eu tinha 26 anos e nunca tinha tido qualquer problema com disfunção erétil, minha ereção sempre funcionou muito bem, sempre fui de demorar muito para chegar ao orgasmo. No momento que deitei por cima dela, senti algo estranho na base do pênis, e a ereção ficou estranha, o pênis não ficava ereto, tentei disfarçar, mas ela percebeu, tentou ajudar, a ereção melhorou. Penetrei e para a minha surpresa não durei nem dois minutos. Como assim? Eu nunca tinha tido disfunção erétil, tinha libido muito alta, e ejaculação precoce também? Passamos um tempo deitado conversando e tentei novamente, lembro-me da minha bexiga estar muito cheia, penetrei, e novamente a ereção estava péssima, ela pediu pra parar. Fui ao banheiro e urinei uma grande quantidade de urina. Após parar, algo parecia errado com a musculatura que controla a urina, parecia que estava literalmente travada. Os dias seguintes foram de micção muito aumentada, eu urinava e já sentia vontade novamente. Após três dias, conversei com minha mãe, que tinha infecções urinárias recorrentes, a qual me indicou fazer uma urocultura de urina. Fiz logo no dia seguinte, o resultado demorou cinco dias, resultado? Não tinha nenhum crescimento bacteriano na amostra. Fiquei mais tranquilo, sintomas diminuíram, mas ainda tinha micção constante. Um mês depois viajei com minha namorada, no primeiro dia minha ereção funcionou normalmente, como antes, fiquei extremamente mais tranquilo. Porém, sentia que sempre depois de muito sexo ou masturbação os sintomas pioravam. No outro dia, após tomar muitas taças de vinho, fomos ter relações sexuais e a ereção de novo estava péssima. No outro dia, dores e urina com frequência aumentada, a viagem de volta foi extremamente desagradável. Logo quando voltei, procurei um urologista, que me passou mais exames de urina e de sangue. Os resultados estavam absolutamente normais, menos a prolactina que estava muito acima do normal, mas ele não deu relevância ou nem percebeu. Diagnóstico? Prostatite. Lembro-me bem das palavras dele: “Isso com certeza é uma prostatite, é chatinho e demorado de tratar, toma esse antibiótico aqui por 15 dias e volta aqui.” Feito isso, tomei o primeiro antibiótico, melhorei pouca coisa, a ereção ficava um pouco melhor, mas continuava urinando muito, e a libido quase inexistente. Voltei nesse urologista mais umas quatro vezes, todas às vezes era um  novo Antibiótico. Antibióticos que tomei nessa fase: Ciprofloxacino, Levofloxacino, Amoxicicilina, Doxiciclina com Azitromicina e Monuril. Dava uma leve melhorada, depois piorava tudo novamente.
 Cansei de ser usado como cobaia e fui procurar outro urologista, que também confirmou que tudo indicava ser prostatite, me receitou Omnic ocas (tansulosina) por seis meses, com esse medicamento a ereção melhorou, a micção também, porém os efeitos colaterais eram terríveis.
Sempre fui muito ativo fisicamente, um amante de esportes, praticava musculação há 10 anos, fazia jiu jitsu, jogava futebol quase todo final de semana. Percebi que após jogar futebol os sintomas agravavam muito. Eu não estava nada bem e resolvi procurar um infectologista. Ele olhou meus exames e pediu vários outros, incluindo pcr (técnica molecular) que o plano não cobria, espermocultura, sorologia para tuberculose, punção na coluna, entre outros (gastei uma fortuna). Ele não encontrou nada, absolutamente nada nos exames, mas achou, conversando com o primeiro urologista (ele pediu para entrar em contato), que eu deveria tomar um tempo maior de um antibiótico. Receitou ciprofloxacino por quatro semanas, do original, R$250,00 cada caixa. Tomei da forma correta, evitei exercícios físicos no período também. Resultado? Não melhorei nada vezes nada ao quadrado. Decidi por conta própria desistir de antibióticos e de médicos por um tempo, passei a tomar somente a tansulosina e segui a vida. Passei a ter muita dificuldade para ficar sentado, sentia muita dor na região entre o ânus e o saco escrotal, parecia que tinha um bola, passei ao invés de micção frequente a ter dificuldade para urinar, libido baixíssima, ereção agora somente com viagra ou tadaladila, detalhe aqui, todas as vezes que tomava esses remédios pra Disfunção erétil, meus sintomas diminuíam. E foi assim até chegar o período de festas. Fui passar o réveillon com a família, e em um dos dias as pessoas estavm jogando vôlei. Pensei em não jogar, mas como gostava tanto de esportes e estava sentindo falta, decidi participar. Na hora foi tudo ótimo, me diverti bastante, dei risada, tomei queda. No outro dia, fiquei péssimo, a região lombar doía muito, a base do pênis também, meu pênis retraiu completamente. Passou a ficar enrugado, menor, parecia uma gelatina. A sensação era horrível, eu me sentia péssimo. Um mês depois, precisei fazer uma cirurgia, que nada tinha a ver com o problema, somente para corrigir um desvio de septo nasal, com anestesia geral. Depois de algumas horas da cirurgia, eu não conseguia urinar de jeito nenhum, tive que forçar muito pra conseguir. As horas seguintes foram de dores insuportáveis, fiquei uma semana sentido dor o dia todo, uma dor agoniante na base do pênis, na região supra púbica. Bem na direção da famosa Próstata. Isso me levou a um certo desespero, resolvi tomar levofloxacino por conta própria por duas semanas. Não resolveu nada. Procurei então outro urologista, esse muito sensato, diga se de passagem. A resposta dele depois que eu contei minha história e que ele fez o toque retal: “Você não tem nada na próstata, isso é uma síndrome conhecida como dor pélvica crônica, as armas que a medicina possui para isso são limitadas, é assim aqui ou nos Estados Unidos ou na Europa”. Indicou-me tratar com acupuntura chinesa, uma instilação de um remédio na bexiga (600 reais cada, por  seis semanas), corticoides e anti inflamatórios. Eu falei que ia pensar, e realmente estava pensando, que cara louco, como assim eu não tenho uma infecção? Como assim não tenho nada na próstata? Ele não sabe o que está dizendo.  Resolvi procurar a opinião de outro urologista, então pedi uma recomendação a um amigo médico. Lembro-me dele falar “se ele não resolver, nenhum outro resolve, é um dos melhores do país”. E lá fui eu mais uma vez, consulta particular, se não me falhe a memória, R$400,00 reais (aqui na minha cidade é muita coisa). Chegando à consulta, mais um toque retal (não senti absolutamente nada) e mais uma surpresa. “Isso não é nada na próstata, é dor pélvica crônica, possa ser que você tenha uma neuralgia do pudendo, vou solicitar uns exames”. Fiz vários exames de imagem, ressonância com contraste, ultrassons e ele também solicitou eletroneuromiografia até do pênis. A essa altura meu namoro estava em ruínas, transávamos uma vez por mês, as vezes eu até fugia disso devido a dor que sentia depois. Passei a evitar ficar sentado e passei a ficar muito tempo deitado, acho que isso foi péssimo pra mim, minha musculatura enfraquecia cada vez mais e o problema agravava a cada dia. Resultado dos exames? Absolutamente nada. Como Assim? Não é possível que não tenha nada.  Ele observou que na minha ressonância da pelve apareceu que uma hérnia na lombar, recomendou que eu procurasse um neurocirurgião e  uma acupunturista médica, com formação na china. Resolvi ir atrás de um dos melhores neurocirurgiões da Bahia, se não me engano a consulta foi R$650,00. Estava bastante esperançoso, pensei comigo, esse cara vai resolver. Chegando lá, ele olhou as imagens da ressonância e disse “isso não justifica, não é o nervo pudendo”. Fez vários testes comigo, e disse que não era esse o problema. Eu lembro bem de não conseguir nem levantar da maca de frente, por causa da dor que eu sentia na lombar quando fazia isso. Ele me recomendou fazer o exame do líquor novamente, exame que faz um punção de um líquido na coluna, mas segundo ele era pra ver sobre esquistossomose. Como o plano não cobria mais, por eu já ter feito, lá fui eu pagar mil reais em um exame. Resultado? Absolutamente nada. Resolvi então procurar um neurologista agora. Mais R$500,00, pra ele me dizer que realmente não tinha nada de pudendo e que eu precisava  voltar a um urologista. Saí de lá péssimo, completamente desorientado, lembro que carregava um monte de exames, a mala do meu carro estava cheia. Os exames não apontavam nada, tirando hérnia de disco, testosterona baixa em 240 (sempre foi na casa de 500, 600) prolactina alta. Fui a uma endocrinologista que me passou um remédio pra regularizar isso, resolveu, mas não melhorou em nada meu problema pélvico. Fiquei desesperado, um ano com esse problema todo, só piorando. Passei a olhar milhares de sites e blogs na internet, procurava sobre prostatite, neuralgia de pudendo, dor pélvica. Passei a me automedicar e tomar todo o tipo de suplemento que vocês imaginarem. Tudo parecia trazer alívio, tomei saw palmetto, tribullus terrestris, maca peruana, long jack, aswaghanda, rodhiola rosea, uva ursi, açafrão, e muitos outros. Todos os que o pessoal de um tal blog diziam. Era um verdadeiro muro de lamentações, histórias horríveis de pessoas com vários anos com esses sintomas. Essa foi a pior fase da minha vida, sem a menor dúvida. Passei a sentir dores horríveis no cóccix, não conseguia sentar nem por uns dois minutos, passei a fazer as refeições em pé. Ou eu estava sentado ou estava deitado, nunca sentado, era impossível sentar. Desenvolvi também crises horríveis de ansiedade, chegava a me tremer todo, desenvolvi síndrome do intestino irritável (esse foi o pior sintoma de todos). Eu tinha tanto constipação quanto diarreia. Sentia vontade de ir no banheiro o dia todo. Ia 6, 7, 8 vezes, não conseguia mais sair na rua direito, pois a vontade vinha muito forte, sentia espasmos terríveis no intestino e no ânus. A impressão é que tudo iria sair a qualquer momento, isso me fez passar muita vergonha e a desenvolver um certo pânico em mim. Tive diversos episódios onde tive que sair correndo pro banheiro, usar a contra mão com o carro desesperado atrás de um banheiro. Isso me trouxe sequelas emocionais tremendas. Fiquei mais desesperado ainda, achei um outro blog, esse parecia ser mais positivo e tinha um e-mail. Bom, talvez tenha sido uma das melhores coisas que fiz durante esse primeiro ano com sintomas. Chegando lá fui acolhido pelo pessoal, pessoas do Brasil todo, com os mesmos sintomas ou sintomas parecidos com os meus. Em especial uma pessoa me foi indicada, o Anadyl Júnior (que virou um irmão pra mim). Esse cara foi um anjo na minha vida, me tranquilizou, me explicou essa doença terrível, falou tudo o que já tinha feito e os caminhos que existiam. Resolvi procurar um quiroprata, um acunpunturista também. Gastei uma fortuna, apesar deles serem excelentes profissionais. Melhorei pouca coisa. Resolvi procurar, a partir do conselho do Anadyl, uma fisioterapeuta aqui em Salvador.  Fui à Patrícia Lôrdelo, lembro que tinha que esperar no carro a fila do elevador diminuir, pra poder subir. Sim, desenvolvi pânico de elevador porque não tinha como correr para um banheiro. A Patrícia é fantástica, uma excelente profissional, se não for a melhor do Brasil, com certeza é uma das melhores. Só ela conseguiu de fato me explicar o que eu tinha (tirando o Anadyl que falava as mesmas coisas), lembro que a primeira pergunta foi como eram minhas fezes e dela ter me mostrado exemplos. Minhas fezes eram completamente fitadas e moles. Eu tinha muita dificuldade pra defecar e as fezes saíam em pedaços. Minha ereção estava péssima, agora funcionava mal até com o Viagra. Meu namoro tinha desmoronado há muito tempo, mas me tratar com a Patrícia me trouxe esperanças de melhorar. Ela me recomendou fazer a radiofrequência, um equipamento que ela trouxe da Europa e que serve pra disfunção do assoalho pélvico também. Sim, o problema todo é uma disfunção do assoalho pélvico, musculatura responsável por sustentar órgãos como bexiga, próstata, intestino e pelas funções sexuais.
Fiz a primeira sessão de radiofrequência e o resultado foi ótimo, a tensão parecia ter ido embora. Saí de lá muito bem, eu nem sabia que tinha um períneo (músculo que fica entre o ânus e o saco escrotal) e que agora poderia contraí-lo. Minha micção ficou mais fácil, no dia seguinte tive ereção matinal (eu não tinha ereções matinais há muito tempo). Estava feliz da vida. Mas os dias foram passando e os sintomas voltando, era como se uma corda estivesse puxando meus músculos da cintura pra baixo. E foi assim nas quatro sessões. Melhorava e com o passar dos dias voltava a piorar. Durante as sessões a patrícia percebeu que eu tinha muitos espasmos no abdômen e nas costas. Disse que seria melhor interromper o tratamento e buscar tratar isso através da natação e o pilates. Foi outro momento difícil pra mim. Junto a isso meu namoro acabou de vez, não dava mais, na verdade era um namoro que só me colocava mais pra baixo ainda, e na verdade me senti aliviado quando terminou.
Passei uns 10 meses fazendo pilates, é uma técnica muito boa, mas alguns exercícios pioravam muito meus sintomas. Passei a ter espasmos horríveis no frio, não podia entrar em uma piscina por exemplo, então não podia fazer natação naquele momento.
Acho que minha vida começou a mudar de fato em novembro de 2017. Conheci uma mulher maravilhosa, no aniversário de um amigo meu, que foi em uma casa, se fosse em um bar eu não teria ido. Era impossível ir para esse tipo de lugar, só via meus amigos em suas casas. E eles não sabiam o que eu tinha, apenas falava que estava com um problema na coluna.
 Quando fui ter relações com a tal mulher maravilhosa que conheci, o meu pênis não subia nem com Viagra, isso foi terrível pra mim. Sim, eu tinha chegado ao fundo do poço, tinha todos os sintomas imagináveis e inimagináveis da dor pélvica. Eu estava péssimo, cheguei a falar para ela que não ficasse com um cara assim, que nem o pau funcionava. Pra quê ela ia se submeter a isso? Uma pessoa que nem podia sair de casa, que mal conseguia se sentar. Que para busca-la em casa e ir para a casa de um amigo, precisava parar em um ou dois postos de combustíveis para ir ao banheiro. A distância não dava nem 30 quilômetros. Diferente da outra, ela não desistiu de mim, disse que não me abandonaria (nesse momento escrevo isso emocionado), disse que não se importava com isso e que ia estar ao meu lado, mesmo se eu não quisesse ter mais nada com ela, que ela queria ser minha amiga.
 Decidi que tinha que melhorar custe o que custar, não dava mais pra ficar assim. Meus familiares não entendiam, me julgavam, diziam que era coisa da minha cabeça. Eu já tinha perdido uns 10 kg, estava visivelmente abatido. Passei o réveillon com a família, e minha família é imensa, todo ano alugamos uma casa na praia e é maravilhoso. Nesse ano de 2017, foi péssimo pra mim, eu não podia entrar na piscina, não podia jogar, não podia entrar no mar, não podia nada. Sofri muito, mas estava determinado a melhorar. Procurei a Patrícia (Fisioterapeuta) novamente que me falou muito bem de um osteopata, lembrei que o Anadyl tinha falado da mesma pessoa. Resolvi procurar esse cara e dar uma chance. O João, outro cara que virou um irmão meu, foi fundamental pra minha recuperação. Ele é um fisioterapeuta extremamente humano e competente. Passei a fazer sessões com ele toda semana, minha namorada, que é estudante de fisioterapia (coincidência ou a Mão de Deus?), acompanhava quando podia. No começo piorei muito, mas ele e o Anadyl me aconselharam a ter paciência e persistir. Passei a fazer natação também e finalmente começar a melhorar. Procurei também um psiquiatra para tratar a ansiedade, um excelente psiquiatra, diga-se de passagem, o Dr Rogério. Receitou-me duloxetina, que alivou minhas dores e passei a não ter mais crises de ansiedade. Com muita luta passei a tentar ter uma vida normal, mesmo com muita dificuldade. Em junho de 2018, aceitei viajar com meus amigos para uma festa, ficaríamos na fazenda de um amigo. Meus amigos também foram fundamentais pra manter a minha sanidade. Eu estava bem melhor, mas ainda tinha muitos sintomas. Qualquer coisa mínima pra mim era com um esforço terrível. Para mim andar 30 metros eram como andar 2 quilômetros. Eu tinha uma enorme dificuldade para andar, para ficar muito tempo sentado ou muito tempo deitado.  Eu não dormia direito, não descansava, estava o tempo todo cansado, com uma fadiga horrível. Pra meus amigos sempre falei que estava com problema na coluna, não era falta de confiança e nem vergonha, eu só não queria ninguém com pena de mim. Somente minha namorada sabia o que eu tinha e eu tive que contar absolutamente tudo para ela, era o mínimo que eu podia fazer. Sem ela eu não teria conseguido fazer nada nessa época, minha namorada era o meu porto seguro, era o que me dava forças.
Bom, eu estava em uma crescente, estava feliz apesar dos incômodos. Ai a gente pensa, agora é questão de tempo. Não foi. Depois dessa viagem, peguei uma infecção horrível na garganta. Nenhum antibiótico resolvia, fui à emergência médica umas quatro vezes no período de uma semana, não conseguia engolir nada, nem água. Tive que ser internado pra tomar antibiótico na veia e ai voltei a piorar de novo. Diagnóstico? Peguei herpes tipo 1 na garganta. Passei 15 dias internado e voltei a piorar. Todo dia rezava e perguntava a Deus o que tinha feito pra merecer tudo isso, sempre fui um cara correto, que gostava de ajudar as pessoas, que amava a minha família e fazia de tudo por ela. Definitivamente eu não merecia isso. Voltei a ficar péssimo, não podia segurar nada pesado, não podia me mexer de maneira brusca que piorava muito. Meu sonho sempre foi ter minha família e filhos, como ia carregar meu filho nos meus braços? Como ia jogar futebol com ele como fazia com meu pai? Eu me sentia um merda por não poder carregar pesos, um incapacitado. Sim, minha namorada era o homem da relação, ela quem carregava peso, quem me ajudava a fazer mercado, quem levava minha sacola quando ia para sua casa. Eu tinha virado uma pessoa dependente, uma das coisas que mais odeio nessa vida. Isso me abalou muito. Mas não desisti, continuei meu tratamento com João (Fisioterapeuta). Voltei a melhorar, voltei também pra natação que me ajudava muito, tive que fazer uma dieta extremamente restrita, praticamente sem carboidratos. Eu comia a mesma coisa todos os dias, tomava milhares de suplementos, probióticos, fibras. O que de fato me ajudou: Kefir, Plantaben, Melatonina e Lisina. Mas nada que atue no assoalho pélvico. Bom, continuei meu tratamento, mas percebi que faltava algo. Então, resolvi começar a estudar mais a fundo o problema. Passei meses pesquisando artigos, pesquisando fóruns fora do país, lendo relatos, estudando anatomia, procurando entender como a musculatura funcionava, o que podia funcionar, o que podia ajudar. O tratamento com João era excelente, minha ereção melhorou, minhas dores melhoraram, meu cóccix e minha coluna não doíam mais, mas ainda existia muita tensão no assoalho pélvico, ainda muita dificuldade para defecar e para urinar. Apesar, de melhorar a ereção (não estava 100% como antes, mas já era bem melhor), abandonei de vez os remédios para disfunção erétil.  Mas a ejaculação precoce ainda existia. Além disso, a glande do meu pênis ficava vermelha, cheia de bolinhas, principalmente depois do sexo. Por isso continuei vasculhando algo que pudesse me ajudar, agora com uma mente mais preparada, filtrando somente o que era positivo. Foi ai que encontrei algo que mudou de vez minha vida e o meu problema. Achei o DCT, sigla para Dynamic Contraction Technique, traduzindo para o português: Técnica da contração dinâmica. 
Logo de início, percebi que a teoria fazia o maior sentido, mas mesmo assim, procurei os criadores David Mccoid e Nic Bartolotta, e fiz principalmente ao David (outro cara muito importante para o meu tratamento) inúmeras perguntas. Passei mais de um mês questionando o DCT, buscando entender como funcionava e estudando o que era proposto. Admito que o que mais me convenceu a comprar foi o fato do Nic Bartolotta ser um fisioterapeuta reconhecido nos EUA e que atende já há um tempo atletas da NBA, que são a elite do esporte americano. Esse cara não ia querer se queimar e enganar alguém. sim, infelizmente existem picaretas na internet tentando enganar pessoas com essa doença, prometendo cura. Definitivamente esse não é o caso do Nic e do David.
Resolvi comprar o DCT, mesmo o curso ser todo em inglês e o meu inglês ser extremamente ruim. Fui na cara e na coragem mesmo. Perguntava absolutamente tudo ao David Mccoid, enchia o saco dele todos os dias. No começo tive melhoras significativas, mas depois desci uma ladeira terrível, achei que estava fazendo algo errado, lembro-me de ter questionado o David umas três vezes. Todas as vezes ele falava, isso é um bom sinal, tenha paciência.
 De imediato ao fazer o DCT percebi o quanto eu estava fraco ainda, minhas pernas tremiam como uma batedeira ao fazer os alongamentos de resistência (sim, essa é a melhor técnica para liberar tensão muscular, os excêntricos). Passei a desenvolver uma consciência corporal incrível, passei a perceber que meus quadris eram extremamente apertados, e que meu assoalho pélvico na verdade era mais uma vítima nessa história toda. Depois de um mês após ter piorado, passei a ter uma melhora e um alívio nos sintomas, mas agora eu sentia que de fato estava no caminho certo, eu via que existia uma lógica em tudo o que eu estava fazendo, além de todo o suporte do David.
O Pessoal do DCT criou um grupo no facebook e isso foi fantástico pra mim, passei a debater as rotinas de treinos com pessoas do mundo todo, isso me trouxe muito conhecimento e eu evoluía a cada dia. Bom, o DCT de fato me fez voltar a viver, a ter uma vida normal. Minha ereção ficou ótima, sem ejaculação precoce, voltei a urina normalmente, a defecar normalmente, não tinha mais síndrome do intestino irritável (não precisava mais sair correndo pro banheiro), passei a dormir melhor, não tinha mais fadiga e outras coisas mais. De todas as coisas que já tentei, e tentei vários tratamentos, essa técnica definitivamente é a melhor. O que me resta somente no momento é tensão na lombar (costas baixas), que me acompanha há muitos anos, mas sei que logo, com muito trabalho duro no DCT ela irá embora. 
O reveillon com a família já foi outro, conseguir ir a praia, ficar na piscina o dia todo, me divertir. Eu sou apaixonado pelo carnaval de Salvador, não ia há três anos por causa dos problemas, principalmente a Síndrome do Intestino Irritável. Esse ano eu consegui ir, consegui ir atrás do trio elétrico, passei mais de oito horas em pé, caminhei por vários quilômetros, sem sentir absolutamente nada. Definitivamente o DCT me fez voltar a viver novamente, e eu sou muito grato por isso e espero ajudar outros.
Hoje sou moderador do grupo do whatts app, onde ajudamos outras pessoas com esse mesmo problema (deixarei meu contato no final desse texto para quem quiser participar). Minha luta hoje é para mudar a mentalidade das pessoas, para que elas não passem pelo que eu passei. Eu diria (com base em estudos) que 95% dos casos não é infecção na próstata e sim um problema músculo fascial. O maior problema dessa doença é a quantidade de diagnósticos que existem: prostatite, neuralgia do pudendo, síndrome do elevador do ânus, síndrome do piriforme, síndrome da bunda morta, síndrome da bexiga dolorosa, endometriose, vulvodinia (nas mulheres os dois últimos) e por último, síndrome de dor Pélvica crônica (CPPS). Todos diagnósticos para disfunção do assoalho pélvico, que é o que realmente traz esses sintomas.
Mudar a mentalidade das pessoas não é uma tarefa fácil, mas contar minha história é uma das armas que eu precisava usar. Espero que ajude alguém, se ajudar uma pessoa, pra mim já vai ter valido a pena. Ninguém merece passar por isso, absolutamente ninguém. O mais importante, a saber, é que existe tratamento, existe uma saída, e a melhor saída por tudo que já vi é o DCT. Não quero dizer com isso que é a única saída, mas é a que indico de coração, é o que eu indicaria pra qualquer amigo ou familiar que desenvolvesse esse problema.
Por último gostaria de agradecer a todas as pessoas que me ajudaram e me ajudam nessa caminhada. Minha namorada Páthilla, que foi meu porto seguro durante a pior fase da minha vida e que não me abandonou, sem ela eu não conseguiria, eu admito isso. Te amo meu amor, nada que eu faça ou fale poderá chegar próximo a minha gratidão por tudo o que fez por mim. Agradeço também o Anadyl Jr, que foi um anjo na minha vida e é um cara que merece tudo de bom na vida dele, por ajudar outras pessoas. Não poderia deixar de agradecer as pessoas que me acolheram, que me ajudaram, me ouviram e foram importantes na minha recuperação. Em especial ao Danilo que cedeu espaço no seu blog para que eu pudesse contar minha história. Leonel, Thiago de campinas, Rodrigues aqui da Bahia, Victor, Bruce e ao Rafael que decepcionou muita gente, mas foi quem me ajudou muito no começo. Agradeço também ao João, meu amigo, que sempre me tratou com muito carinho (continuo fazendo sessões com ele pelo menos uma vez por mês). Parabéns por ser esse cara incrível e tão competente, você é um cara abençoado. Agradeço também a natação e meus professores de natação, que me ajudaram muito também. Meus amigos que sempre me ajudaram mesmo sem saber o problema que eu tinha. Enfim, tenho muitas pessoas pra agradecer, espero não ter esquecido ninguém.
** Sinta-se a vontade para me procurar e tirar qualquer dúvida. Pode me enviar um email: saudedosamigos2019@gmail.com
Whatsapp: +55 (71) 9308-6985 Filipe
Espero que você possa melhorar e voltar a ter qualidade de vida. Você não está sozinho!

Remissao dos sintomas

 Sobre a minha remissão dos sintomas prostatite sem sair nos exames não é prostatite, é dor pélvica Desde o fim do lockdown eu comecei a ter...